sábado, 6 de agosto de 2016

Cerra teus olhos, meiga criança do tempo, que não perdes a inocência de ser.

Menina ainda
Voltarás aos braços da mãe amantíssima tal como vieste ao mundo - nua, e sem defesas.

Atenta, que é chegada a hora de despertares para as coisas do espírito, eis que ao mundo de Maia tua alma alva não mais pertence.

Atenta, que enquanto te desfazes da roupagem terrestre, se desvelam aos olhos do espírito as grandes fortunas do porvir!

Um comentário: